mozim

preferidos de novembro

Nossa, faz uns séculos que eu não posto preferidos/favoritos, né? Como ainda não estou na “pilha” de gravar de novo para o canal mas estou com saudades do blog, resolvi montar no formato “original” mesmo.

1. Animais Fantásticos e onde Habitam

Potterhead que é potterhead tinha que estar lá, já tremendo na base quando a musiquinha começa no logo da WB, né?

Confesso que o filme tinha menos referências do que eu imaginava (ou que eu projetava, pra falar bem a real), mas eu curti. Achei que o Eddie foi sensacional como protagonista – a gente está acostumado com um elenco bem mais “jovem” na série original, mas achei esse bem legal. Ah, e eu estou num mix de sentimentos que não sei explicar, porque estava bem de bode com o Johnny Depp – mas achei ele muito bom no papel de Grindelwald, sei lá.

2. Apple Watch

Tá aí uma compra que é complicada – tem gente que diz que é sensacional e gente que diz que não vale o preço de jeito nenhum. Eu estava namorando fazia um tempinho e acabei indo para na Apple Store 1 Infinite Loop lá em Cupertino no começo desse mês (ainda não tem post da viagem aos EUA, porque quero acabar os da Europa primeiro) mas, sei lá. Achei que tudo cooperava, que o dólar não estava tão alto e que valia. Posso falar um pouco mais das funções que eu uso algum dia (apesar de já existirem centenas de vídeos legais na internet) – o meu é o Apple Watch Series 2, 38mm na cor preta, achei a caixa preta melhor do que a rosa/dourada/prata porque combinaria independentemente do acessório que eu usasse junto!

Apple Watch

3. Prateado

Então, sabe essa nóia da cor da caixa do relógio aí em cima? É porque aconteceu algo bem inédito pra mim. Voltei a usar acessórios prateados – acho que faziam uns 5 anos que eu não usava nada dessa cor, a não ser muito pontualmente – tipo uma festa específica – e meio que fui voltando a gostar (quando eu era mais nova, não usava dourado nem amarrada, vai entender…) – nessa mesma viagem, acabei passando na Tiffany e comprando um brinco e um colarzinho, acabei não tirando mais nenhum dos dois (sério, nem pra dormir) e estou bem feliz.

Brinco da tiffanyColar da Tiffany

4. Black Mirror

Eu sou bem viciadinha em séries, mas imagino que da 3ª temporada de Black Mirror todo mundo já tenha ouvido falar – sendo assim, vou deixar uma lista dos meus episódios favoritos de cada temporada:

★★★★★ The Entire History of You – 1ª Temporada

★★★★★ White Bear – 2ª Temporada

★★★★★ White Christmas – 2ª Temporada (tem o Don Draper, assistam!)

★★★★★  Nosedive – 3ª Temporada

5. Longchamp

De todas as compras que eu já fiz em viagens, acho que essa é a que eu mais usei! Sempre via uma galera na região em que eu trabalho com esse modelo de bolsa, mas nunca tinha dado muita atenção – aí, quando estava em Roma entrei com uma amiga na Longchamp da Piazza di Spagna pra ela comprar uma mochila e acabei dando de cara com um milhão de modelos da dita cuja (que descobri, é o modelo Le Pliage) – peguei a preta com alça média, no maior tamanho e paguei €89.

Tô usando todos os dias pra trabalhar, e vai com Macbook, cabos, necessaire, Kindle, casaco, guarda-chuva. Aliás, já comecei usando ela na viagem como mala de mão… – quero mais cores em breve 😉

p5

6. Cheirinho

Eu ainda não achei “o perfume da minha vida” – tem alguns que eu uso sempre, mas volta e meia decido que não quero mais, sei lá. Pois bem, o Lolla meio que é um desses casos, já tive ele em miniatura (aquele tubinho de levar na bolsa) e na versão full size, acho que em 2013 – aí terminou, eu já estava meio enjoada e nunca mais. Dei de cara com ele em promoção no Duty Free na viagem de São Francisco e lembrei que eu adorava esse cheio, pronto, usando todos os dias desde então (sério, vai entender…)!

Pra quem não conhece, o perfume é frutal e florado – mas ao mesmo tempo que ele é doce, é um doce de “perfume de verão”, faz sentido?  As primeiras notas tem framboesa e pera, o coração peônias, magnólias e cíclame e as notas de saída são amadeiradas/doces com sândalo, cumaru e baunilha.

 

Oh Lolla

7. Westworld

O melhor para o final: assistam Westworld, sério! É a nova série da HBO, passa às 0h00 de domingo e boatos de que é quem vai segurar a barra de GOT, assim que GOT acabar.

Vou dar um mini resumo, mas linkarei posts legais sobre ela aqui:

Lembram daquele filme, Inteligência Artificial, com o menininho do Sexto Sentido? Pois bem, a história de Westworld é em um parque com tema velho-oeste, cheio de robôs super-humanos, tipo os do filme. O que acontece é que: as pessoas pagam pra visitar esse parque e participar das “narrativas”, elas podem caçar ladrão, procurar tesouro, ajudar o xerife e fazer o que quiserem com os robôs – transar, matar, torturar, enfim… – e eles são “reiniciados” no final de cada visita, voltam para o parque e tudo certo. Até que, o Ford (que é o criador dos robôs, representado por ninguém menos que Anthony Hopkins) instala uma atualização para deixar esses robôs ainda mais humanos e algumas falhas nela fazem com que alguns robôs comecem a reviver memórias de narrativas anteriores.

Leia sobre essa série nesses links: minha série | meiobit | adorocinema |

Minha lista de motivos para você assistir:

  1. Tem o Hannibal (e/ou Anthony Hopkins)
  2. Tem o Rodrigo Santoro – e o personagem dele realmente aparece e é legal
  3. Tem a Tracy de Aos 13 como Dollores, a protagonista da série
  4. É escrita e dirigida pelo Jonathan Nolan e tem J.J. Abrams na produção executiva
  5. Sério que precisa de mais motivo?!
divcas

O que fazer em 1 dia em Roma, Itália

Bom, na verdade eu fiquei 3 dias e meio em Roma – mas, a quantidade de coisas em que dá pra dar “check” em um dia só é bem bacana, e mais, fazendo tudo a pé!

 

 

Então, segue o post com tudo o que eu vi no meu primeiro dia:

Fiquei no Hotel Paris – eu não queria hostel e fazia questão de banheiro individual e uma região legal (eram as únicas exigências, hehe) o hotel é mega simples, mas realmente bem localizado – ele fica na Via Nazionale,  perto da Estação Termini e da Fontana di Trevi – aliás, meu primeiro “rolê” em Roma foi ir até a estação comprar um chip para o celular, comprei na TIM e custou €30 por 10 dias.

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Essa é a fachada do hotel, na ruazinha onde ele fica tem vários desses carinhos de Paninoteca, achei bonitinho!

 

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Coisa 1: Só andar mesmo

 

Roma é sensacional, você anda duas quadras e dá de cara com algo incrível/histórico. Vale muito a pena fazer as coisas a pé por lá – é gostoso ver a cidade, dar de cara com monumentos sensacionais que não estão nos guias de mais visitados e tudo o mais, “cultura bônus”.

 

 

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(esse lugar maravilhoso foi pegando atalho por uma galeria aleatória!)

 

 

 

Coisa 2: A Fontanda di Trevi

 

Tem quem deixe “o melhor para o final”, mas eu não me aguento! Acho a Fontana uma das coisas mais legais de Roma, a dimensão dela surpreende em dois sentidos: uma que ela está em um lugar minúsculo, você vai dobrando as ruazinhas e nunca que imagina que é “por lá” que ela fica. A outra é que ela é muito maior do que aparenta! Aliás, ela é a maior fonte em estilo barroco da Itália toda, dei um Google nas medidas e ela tem 20mx26m – e é linda, toda branquinha com a água bem azulzinha, dá pra fazer desejos e tudo o mais!

 

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Coisa 3: Pantheon

Coisa 3: Pantheon

Tem dois “tipos” de arquitetura característicos em Roma: o que foi feito pela igreja e o que foi feito pelos imperadores – pessoalmente, sou bem mais fã da parte “imperadores” – as ruínas do teatro e do senado, as pilastras, as estátuas e obras relacionadas com mitologia… enfim, o Pantheon tá na  “lista de lugares mais incríveis do mundo em que eu estive” – tipo, o bagulho foi erguido em 27.AC! Ah, ele é aberto ao público e é free para entrar (se não me engano, fecha às 18h).

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Coisa 4: Coliseu

Como eu ia dizendo, sou mais fã da época dos imperadores… hahaha. O Coliseu é outra das coisas sensacionais daquela minha lista de “lugares incríveis do mundo…” – aliás, podia transformar ela em post, né?

Bom, em termos de ponto turísticos principais ele é o mais “fora de mão” – mas dá pra chegar andando sem galho também. Nesse você paga para entrar, mas se optar por não, ao redor tem várias coisas legais para ver/tirar foto (ruínas, jardins…)

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Bônus:

Olha, se dessas “dicas” uma vai servir mesmo, é essa: coma. Sorvete e massa – pessoalmente, recomendo os sorvetes de pistache e a massa carbonara. A comida lá é muito barata e não tem melhor no mundo.

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(restaurantezinho em que a gente almoçou, com vista para o Coliseu)

 

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Um dia no Marrocos | Casablanca

Olá, tudo bom? (espanando a poeira desse lugar)

Em setembro eu tirei férias e um monte de fotos – achei que seria um momento propício pra voltar com o blog também! Beleza que já estamos em outubro, mas mesmo assim…

Pois bem, começando do começo (e só parando quando chegar ao final, como diria o Cheshire): Casablanca, Marrocos!

Seguinte, eu tinha um casamento em Portugal e programada que sou – porém não – deixei para comprar as passagens em cima da hora. Encontrei uma da Royal Air Maroc, a mais barata possível considerando que faltavam 2 meses para a data, e comprei. Nunca fui de ligar para “qual a companhia área”, porque durmo no momento que entro no avião mesmo… mas, esqueci de um detalhezinho: escala.

 

 

Conexão em Casablanca, Marrocos

 

Tá, na hora em que comprei a passagem até vi que rolava uma escala em Casablanca – mas não dei muita atenção, afinal sempre paro em lugares aleatórios quando compro passagem mais barata; porém, uma semana antes da viagem vi que não era uma escala normal, eu chegaria em Casablanca às 22h10 e meu vôo para Lisboa era no dia seguinte às 14h10. Pronto, uma noite no aeroporto!

 

Comecei a fuçar o site da companhia e jogar no Google “vôo Lisboa conexão Casablanca” e descobri um monte de coisas: que em escalas com mais de 6h a Royal Air Maroc paga hotel, transfer, alimentação e tudo mais. Pronto, ia fazer um tour no Marrocos! Depois, veio a segunda leva de preocupações (mais dos migos que minha) “não é bom mulher sair sozinha lá”, “tentaram trocar minha tia por um camelo”, “tem um casal de amigas das amigas que sumiu…” – e lá fui eu de novo para o Google, ver relatos de meninas no Marrocos. Uns realmente não eram tão legais, mas a grande maioria era positiva e eu resolvi que ia aproveitar a chance de dar unlock no continente Africano na lista de lugares onde já estive!

 

Conexão em Casablanca, Marrocos

 

 

No avião encontrei 4 brasileiros que iriam fazer a mesma conexão que eu – o que ajudou bastante! Nós chegamos no Aeroporto Mohamed V, entramos na fila do “em trânsito”, passamos na imigração só com a mala de mão (fica aí a dica pra sempre levar aquela bruzynha extra) e depois da imigração (na parte aberta do aeroporto, fora dos portões de embarque) é que ficava a sede da agencia de viagem que cuidava da nossa logística – seria quase impossível descobrir isso se não tivesse uma pessoa no nosso grupo que já havia feito esse rolê, a galera lá não fala inglês muito bem e a maioria das placas está em árabe. Passados os portões, dividiram a gente em transfers para o hotel 1, 2 ou 3 e foi tudo bem rápido (e com muita mímica) – o hotel em que eu fiquei era bem bonitinho – quarto individual relativamente grande, banheira, ar, na TV não haviam canais em inglês – mas tinha um canal Bollywood que eu AMEI ficar assistindo! Não tenho vídeozinho pra mostrar o quarto, até fiz um tour no Instastories mas esqueci completamente de salvar! Tá, continuando… nesse rolê dos hotéis separaram o nosso grupo e no meu hotel (que fica pertinho da medina e de uma das praças principais) ficamos eu e mais uma brasileira (a Pri).

 

Nosso transfer iria nos levar de volta ao aeroporto às 12h30 do dia seguinte – então a gente combinou de acordar cedo e dar um rolê pela região! Tomamos café no hotel – um misto de comidas “normais” e típicas – tipo Chai! E na hora de sair… deu medinho!

 

Conexão em Casablanca, Marrocos

 

 

Encanamos um pouco em turistar sozinhas e acabamos ligando para o Franz (um alemão que a gente conheceu no transfer para o hotel) – ele foi pro rolê com a gente! Como estávamos sem internet (não valia a pena comprar o chip local por um dia) e com pouco tempo, decidimos não sair tanto da região. Mas já antecipo que: o medo foi a toa! Casablanca é uma cidade bem moderna, você vê mulheres dirigindo, andando sozinhas, algumas com véu e outras sem, um monte de outdoors e anúncios de Mc Donalds, KFC, Coca, enfim, basicamente uma cidade grande de qualquer lugar do mundo. Tá, não “tão igual”, afinal parece Agrábah (do Aladim) em algumas partes, tem lojas de burcas, um monte de gente andando de camisolão na rua, uma arquitetura bem antiga e palmeiras e fotos do príncipe em qualquer lugar que você olhe!

 

Nosso passeio principal foi na Antiga Medina, que é o tradicional centro, um dos pontos turísticos mais conhecidos da cidade:

 

 

Conexão em Casablanca, Marrocos

 

Dentro da Medina (é um mercado aberto gigantesco, cercado por muralhas) foi onde eu mais “lembrei” das coisas que tinha lido sobre o Marrocos. Bom, não especificamente sobre o Marrocos, mas sobre os costumes das religiões Afegãs, (eu gostava muito do livro O Livreiro de Cabul e por causa dele desencadeei uma série de outras leituras, O Caçador de Pipas, A Cidade do Sol (quase desidratei chorando), enfim, gosto muito de leituras relacionadas à essa cultura mas a gente pode falar disso em outro post) – tipo, vi algumas mulheres andando de burca passos atrás dos homens, vi víuvas – que eu sabia que eram viuvas pois eram mulheres mais velhas inteiramente vestidas de preto – pedindo esmola nas esquinas (igualzinho nos livros), apenas comerciantes homens do lado de fora das lojas… fiquei com uma sensação absurda de “meu deus, isso é real não quero nem pensar no resto dos relatos que li” – não sei explicar bem, claro que eu sabia que era real. Mas o incomodo de ler e o incomodo de ver aquela realidade BATENDO NA SUA CARA é bem diferente, mais tarde no aeroporto eu ainda ia dar de cara com homens e suas duas ou três esposas, com um cara de bermuda e camiseta e a esposa toda coberta com exceção dos olhos (inclusive usando luvas) cuidando das crianças em um calor absurdo de quase 40C – obviamente que não tenho propriedade nenhuma (e nem quero) entrar no mérito das mulheres que usam o véu por escolha, nem nada disso. É só que, sei lá, acho que levei um tempo pra absorver uma realidade tão absurdamente diferente da minha.

 

Conexão em Casablanca, Marrocos

 

Ah sim: depois da Medina, o Franz precisava pegar o trem e eu e a Pri fizemos todo o caminho de volta sozinhas! Atravessamos praça, avenida, ruazinhas e foi mega de boa – exceto por um tiozinho de camisolão (que estranhamente falava um pouco de português) e queria que fossemos tirar fotos em uma “exposição de arte” que ficava em uma região que ele apontava… MAS AQUI NÃO, NÉ QUERIDO? Nóis é brasileira e já assistiu Salve Jorge! Desconversamos e seguimos o tour! Chegamos no hotel, entramos no transfer e ainda deu tempo de comprar umas coisinhas típicas, tipo Óleo de Argan 100% puro!

No final das contas: esse post inteiro foi para contar que a experiência da conexão foi mega de boa, a Royal Air Maroc é meio atrapalhada mas confiável (não perdeu mala nem atrasou) e eu fiquei bem afim de voltar com mais tempo, afinal não é em qualquer lugar que a gente encontra camelos de pelúcia!

 

Conexão em Casablanca, Marrocos

 

Epílogo: O aeroporto de Casablanca é internacional e você encontra pessoas bem diferentonas! Por exemplo, tem uma mesquita de oração dentro dele, mas a galera estende os lenços e reza em qualquer lugar – também tem uma turma, não sei de quais países – que lava os pés na pia do banheiro (na primeira vez que vi, saí do banheiro achando estranho, aí comecei a ver um monte de gente com os pés molhados saindo do masculino também, depois do outro banheiro, aquele barulho de “PLOC PLOC”… tive um ataque de riso e pronto – ah sim, dá pra ver os pés porque a maioria usa camisolão + sandália) – lá dentro também tem algumas lojas de roupas típicas, tudo o que você quiser comprar de produtos de beleza, jóias ou coisas feitas a mão, mas como eu disse, é um aeroporto internacional, também tem uma Longchamp, Duty Free, pizzaria…

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Resenha da edição: O Circo Mecânico Tresaulti (Limited Edition)

“Às vezes, o mundo pode parecer um lugar desolador e escuro, formado por vastas amplidões cheias de conflito, onde o que todos procuram é se agarrar a algo que os faça sobreviver ao dia seguinte. Pois em O Circo Mecânico Tresaulti esse deserto cheio de perigos é atravessado pela magia de uma potente força criadora, capaz de devolver a integridade emocional e física a quem se juntar à trupe. Em pleno cenário pós-apocalíptico, O Circo Mecânico Tresaulti ergue sua lona e dá início ao grande espetáculo.”

O Circo Mecânico - Era uma vez

Nessa semana recebi mais um livro amorzinho da Darkside: a edição limitada de O Circo Mecânico Tresaulti da Genevieve Valentine. A primeira edição foi publicada aqui no Brasil em 2013, pela Darkside mesmo e já era bem bonita, mas essa está maravilhosa!

Ela tem tudo o que uma edição especial tem direito: hardcover, relevo e brilho acetinado nas ilustrações de capa e contracapa, ilustrações especiais na lombada e nas folhas de rosto e guarda, além do papel pólen (aquele amareladinho que a gente ama) e da fitinha marcadora combinando com as cores principais – as ilustrações internas são as mesmas da 1ª edição!

Como esse é o relançamento de um livro de 2013 não vou fazer resenha, mas vou linkar algumas que eu gostei bastante aqui:

Raquel – Pipoca Musical | Ju – Nuvem Literária | Duda – Book Addict

Um mini-resumo caso você não tenha a menor ideia de que livro é esse e não queira esperar meu vídeo de leituras do mês: é uma espécie de futuro distópico (amo-sou-vivo-respiro-distopias), onde a humanidade não tem mais acesso às tecnologias de ponta e coisas do tipo, aí tem essa caravana de circo comandada pela “boss”, que vai passando nas cidades. A diferença é que os artistas desse circo são pessoas que passaram por uma guerra e perderam alguma parte dos seus corpos, ou tinham algo que não estava funcionando direito… e isso foi substituído por uma parte mecânica (me lembrou muito Os Puros da Julianna Baggott). Desculpa por quase assassinar a história com esse review simplista – mas juro que tô adorando o livro e a narrativa!

-Pa

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Eataly São Paulo, restaurante Brace

 

O Brace Bar e Griglia é o restaurante que ocupa todo o terceiro andar do Eataly São Paulo. Agora, para quem nunca ouviu falar do Eataly:

Eataly São Paulo, preços e onde comer

É uma espécie de mercado, empório, uma Disney da comida Italiana! Ele já existe nos EUA, Japão, Itália (dãr) e no ano passado abriu no Itaim, aqui em São Paulo. O primeiro andar é tipo um mercadão (só que muito mais bonito e custando bem mais realidade$ que um mercadão…), ele tem várias marcas italianas de pastas e azeites, fileiras de chocolates importados e doces – tipo as pastilhas Leone, torrones da Antica e chocolates Caffarel (pra quem ama chocolate, foi a marca que criou o bombom de gianduia) e muita coisa da Ferrero – inclusive, um quiosque da Nutella – algumas marcas de beleza como Erbario Toscano (que eu nunca tinha visto no Brasil) e Nesti Dante (que é a melhor marca de sabonetes da vida, porém uns R$22 cada) e umas partes mais “mercadão”, tipo barraquinhas de frutas, embutidos, peixaria, uma parte onde você escolhe a massa e eles fazem na hora (mesmo as recheadas) e etc.

Eataly São Paulo

 

Depois de rodar um pouco e ver bastantes coisas, você vai estar desesperado de fome. Tem alguns lugares para comer no primeiro andar, uma cafeteria, pizza, uma doceria; alguns lugares no segundo com peixes e massas e o terceiro andar que é inteirinho do Brace, um restaurante especializado em grelhados. Fomos num sábado e por sorte não pegamos espera, sentamos no bar da entrada – onde tem uma série de cervejas especiais – e o garçom que nos atendeu recomendou o Crostini di Prosciutto, esse da foto:

Eataly São Paulo

“Pão grelhado, queijo Fontina, prosciutto de parma e figos assados” (que eu obviamente separei), custa R$30 e é o carro chefe “das entradas”, com razão! Ah, outra coisa legal dessa parte é que você pode comprar o pão de sua preferência no primeiro andar e sentar lá para comê-lo com azeite + bebidinha : )

Quando estávamos terminando, fomos chamados para entrar (estavámos no hall, que serve apenas bebida e entradas). Eu pedi o Pesce del Mercato (R$53):

Eataly São Paulo

“O peixe mais fresco dessa manhã grelhado, abóbora, cenoura e laranja”, como guarnição escolhi a polenta cremosa com parmesão e mascarpone (R$14) que veio nessa panelinha fofa! Mas também dá para escolher salada, pimentões assados, batata…

Não sei porque decidi comer peixe ao invés de pasta nesse dia, mas não me arrependi! Estava ótimo e eu realmente acreditei na descrição do “peixe mais fresco dessa manhã”.

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Acabei não ficando no Brace para a sobremesa (porque tinha batido o olho em uns docinhos do primeiro andar) – a conta dá mais ou menos R$120 por pessoa – com entrada e sem sobremesa. Eu achei a experiência muito legal – o lugar é lindo, não erramos em nenhum prato, não demoramos para ser atendidos e o atendimento é muito, muito bom!

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Bônus: Os docinhos que eu fiquei namorando! Eles ficam logo no primeiro andar, ao lado direito – pertinho de um café. Custam por volta de R$9 e R$12.

 

COMER

Onde comer em Brasília?

CAFÉ DA MANHÃ


O Quitinete Gourmet tem um brunch bem gostosinho, com preço justo. Não é no estilo buffet “all you can eat”, mas a opção tem panqueca americana, ovos Benedict, queijo branco, bacon, cestinha de pães e café + suco por R$25.

Ah, e o lugar é bem bonitinho – na parte de baixo é uma padaria e na de cima um bistrozinho, com mesinha e sofás. Ele fica em uma das quadras comerciais do plano piloto – Cls 209, Asa Sul – facebook.com/quitinete

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Foto @era_1x

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Foto: facebook.com/quitinete

ALMOÇO

Culinária brasileira

O Mangai é uma rede de restaurantes focada em culinária típica nordestina. Eu adorei! Ele é a quilo, tem 180 opções (literalmente 180 opções, não é modo de falar…) de pratos que eu nunca tinha visto. Várias receitas com carne de sol, nata, carnes típicas, vários tipos de queijo, manteigas, baião de dois, creme de jerimum… e o legal de ser “quilo” (R$62,90) é justamente isso; dá para arriscar um “pedacinho” e experimentar coisas diferentes!

A unidade de Brasília  já ganhou o prêmio de melhor restaurante brasileiro e o lugar é lindo! Tem redes, árvores, arquitetura e decorações típicas, além de ser gigante! Muita gente aluga o espaço para eventos ou para casamentos. Ele fica no Setor Clube Sul e tem vista para o Lago e para a ponte JK – mangai.com.br

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Ah, eu esqueci o celular no dia, mas o buffet de sobremesas é muito bom. Tem muitas opções, desde doces tradicionais como brigadeiro e beijinho, até suflês, cartola, frutas diferentes…

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Fotos: sandramoura.com.br

 

Culinária Alemã

O Fred Restaurante é bem conhecido em Brasília, ele tem um picadinho que é famoso cidade, a parte engraçada é que apesar de picadinho ser um prato bem brasileiro, ele é um restaurante especializado em culinária alemã!

Como eu tenho algumas restrições alimentares bem birrentas (cebola, éca), abri mão do picadinho e pedi o Misto Alemão Especial da Casa – são dois tipos de salsichões, eiseben (que é joelho de porco) e batata sauté – serviu duas pessoas e com as bebidas, a conta deu uns R$100. Ele é à la carte, e a comida vem em panelinhas, que ficam em um aparador ao lado da mesa.

Fica na SCLS 405, Bloco B, Asa Sul (endereço que só quem é de Brasília vai entender…) – fredrestaurante.com.br

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Fotos: fredrestaurante.com

JANTAR

Mormaii Surf Bar – esse é controverso, a decoração é muito legal, e o lugar também. Fica no Lago Sul, onde tem uma espécie de “orla” para passear, são vários bares e restaurantezinhos, além da galera que fica nas lanchas. O problema é que ele lota com frequência, e fiquei com a impressão que os funcionários querem vagar a mesa logo, do tipo, você está com a bebida no final e já chega alguém tirando da mesa… não sei, achei umas coisas chatinhas no serviço.

Maas, desconsiderando isso, é um lugar legal para comer saudável. Ele serve sushi, vários tipos de comida natural (saladas, açaí e muitos tipos de suco) e algumas finger foods de boteco. A maioria dos pratos custa entre R$20 e R$30, também tem uma lojinha da Mormaii dentro do restaurante!

S/n – 10 8 – Lago Sul, facebook.com/mormaiisurfbar

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Fotos: facebook.com/mormaiisurfbar

LANCHINHO

Yey, Brasília tem um Dunkin’Donuts!

Eu comia muito isso quando era mais nova, e achei que não existissem mais franquias no Brasil! Mas, eles voltaram – por enquanto só com a loja de Brasília mesmo.

Tem café, do tipo Starbucks (mega copão, do jeito que quem vive a base de cafeína ama) e vários sabores de Donuts, que custam R$5,90 cada. Ele fica na frente do Fred’s, que eu citei ali em cima!

Dica importante: os donuts com “furinho” não tem recheio, só os inteiros!

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Eles também tem Cronuts! Uma cruza de croissant com donuts que tá super famosinha em NY, por causa da Dominique Ansel Bakery. Claro que não é a mesma coisa, mas por R$6,90 e por não precisar formar fila às 6am, vale né? Ele parece um mil folhas glaceado, mas em formato de rosquinha!

 

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Fotos: @era_1x

lago

O que fazer em Brasília?

Passei o carnaval em Brasília!

Que diferentona, né? Sei que é bem “não usual”, mas eu não conhecia a cidade e era um feriado bem grande (de sexta até quinta, no meu caso) – super achei que valia, além de ser uma das poucas cidades do Brasil que eu ainda queria conhecer!

IMPRESSÕES

drive my car

Quando me falavam que Brasília era uma cidade “só para carros” eu não entendia muito bem. Mas gente: é uma cidade só para carros.

A distância entre uma quadra e outra é gigantesca, e muitas delas não tem “coisas”, só um gramado gigante – como as ruas são muito largas e com várias pistas, a impressão é que você está em uma BR viajando, mas está no meio do plano piloto da cidade!

BRASÍLIA PARA PESSOAS DE HUMANAS:

1. A “grande Brasília” é chamada de Plano Piloto, ao redor ficam as cidades Satélites;

2. As ruas não tem nome, porque eles não separam as coisas por rua, e sim por quadras (blocos);

3. No meio da cidade passa o “eixão”, uma avenida que divide tudo – e em paralelo a ela ficam dois eixinhos, um de cada lado;

4. De um lado do eixão, ficam as superquadras de número par e do outro as de número ímpar, ou seja, de um lado 200, 400, 600… É pra ser lógico, mas eu achei bem difícil;

5. A cidade é dividida em setores. Tem o “setor da diversão” (juro, parece coisa de distopia!), setor dos hospitais, setor de mansões (sim, de mansões) e as superquadras.

6. Essas superquadras são assim: uma residencial, uma comercial e uma de lazer.

6.1 Nas residenciais, todo mundo mora em “blocos”, são prédios super largos, bem parecidos uns com os outros e não muito altos.

6.2 Todas as quadras comerciais tem um salão de beleza, uma padaria, um restaurante e algumas lojas; e juro, todas parecem exatamente iguais.

Eu achei meio esquisita essa coisa de morar em blocos, todo mundo mora em coisas quase iguais (???). Nas quadras mais afastadas do eixão (700, 800) até existem umas casinhas, mas não é o “usual”.

A cidade é definitivamente bonita, mas é bem diferente de qualquer uma que eu tenha visitado; juro, realmente lembra aquelas “reorganizações” dos começos das distopias!

Bom, tudo explicado, bora para a parte legal?

O CARNAVAL

bloquinho

Bom, já que fui no feriado de carnaval, vale avisar: lá tem bloquinho, e bloquinho gigante! No primeiro dia fui no Baby Doll de Nylon, um dos mais “bombados” da city. Ele fica ao lado do Memorial JK e não é um bloco “que se movimenta”, falaram em 35k, 60k e 80k pessoas – não faço ideia, mas estava bem cheio, e definitivamente bem divertido.

Quando ele acabou (umas 20h), fomos para o Galinho – que é um dos mais tradicionais da cidade, ele só toca marchinhas e tem um trio elétrico que vai andando e etc, mas não é tããão animado quanto o Baby Doll. Na terça (quando deu coragem de sair de novo), fui na Concha Acústica – que tem um carnaval mais pra balada do que para bloquinho – passei no Bloco Medieval (que estava quase acabando) e depois no Essa Boquinha eu Já Beijei, que foi o que durou mais tempo!

Em resumo: tem carnaval em Brasília sim, e muito! Ah, a minha fantasia era de Uber 😛

PONTOS TURÍSTICOS

Tá, as coisas “principais” para visitar em Brasília são:

O Palácio da Alvorada | A ponte Juscelino KubitschekO Lago Paranoá  | Eixo MonumentalPalácio do Planalto | Palácio Itamaraty | CatedralComplexo Cultural da RepúblicaTorre de TVPraça dos Três PoderesTeatro Nacional |

O que está em negrito eu visitei, o que está em cinza eu vi/passei na frente/tirei foto, mas não entrei, e o resto eu nem tchum. Bom, acho que deu pra ver/conhecer quase tudo (superficialmente, é claro) – admito que eu não sou uma grande entusiasta dos passeios turísticos, gosto de ver umas coisas mais aleatórias – tipo os restaurantes (nhãm), a cidade em si, o comércio (tipo, fui em três shoppings e no conjunto nacional), sei lá…

COMPLEXO CULTURAL DA REPÚBLICA

museu

Lá ficam a catedral, a biblioteca nacional e essa oca – que é um museu projetado pelo Niemeyer! Ele é bem bonito dentro, e as exposições sempre mudam.

brasildentro

LAGO PARANOÁ

lago

É muito estranho pensar que esse lago é artificial e em tudo o que aconteceu para ele ser represado…

Dá um ar engraçado para a cidade, tem uma orla tipo Rio, mas é urbana tipo São Paulo, só que também lembra pra caramba uma cidade de interior! Enfim, no lago você pode fazer esportes aquáticos (tem aluguel em várias partes do cais), passeios de barco ou lancha (alguns mostram o por do sol, outros são turísticos, outros fazem festas nos barcos, depende!), nadar em alguns pontos e jantar em algum dos vários barzinhos e restaurantes que ficam na beira.

PALÁCIO DO PLANALTO

senado

Voilá!

O cartão postal da cidade! Aí você pode fazer um tour guiado, visitar o museu e mandar cartões postais gratuitos para qualquer lugar do país – ele fica na praça dos Três Poderes, junto com o Supremo Tribunal e o Congresso Nacional. Ah, não recomendo ir em horários de sol forte, porque você precisa andar bastante pela grama (sem sombra) para chegar em qualquer um dos três. Eu já comentei que apesar de ser tudo perto, é tudo longe em Brasília?

parla

Ufa, acho que é isso!

No próximo post, vou falar de alguns lugares legais para comer por lá!